A
todo o momento, a ação do aprender se movimenta a relação com o mundo, o viver
é um constante aprendizado, é necessário assumirmos como sujeito atuante e
soltar a curiosidade, e pesquisar/questionar, pois a ação de duvidar é sinônima
de que o sujeito não é uma tábua rasa que pode assumir o “comando” do seu
conhecimento.
O
corpo, a linha do corpo pode ser interpretada pelos gestos, das diversas
linguagens o que solidifica é a escrita, o que eu falo pode se perder, mas a
partir de quando eu registro o solto se legitima. A língua escrita é composta
pelos signos. Para a interpretação desses signos, o sujeito precisa passar pelo
processo de alfabetização.
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| Escrita a ação que expressa os signos linguísticos |
A
cidade faz parte do processo de alfabetização, esta composta com “outdoors”,
nomes de ruas, estabelecimentos, instituições, propagandas, mas o excesso pode
trazer a aberração do consumismo. O sujeito que não toma o comando pode não se
aprofundar na cidade, passar por ela e não incorporar as letras da cidade.
Não
existe interpretação errada, pode sim existir equivoco de interpretação, e o
conflito saudável de interpretação pode trazer esclarecimento além de novos
conhecimentos.
A
interpretação pertence a cada sujeito que a exerce, é importante o
reconhecimento e respeito da visão de mundo do outro. A língua como algo novo,
se transforma a todo o momento.
Inspiração: “Alfabetizações Cotidianas: as letras da cidade e a cidade das letras” –
João Wanderley Geraldi
VaN

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