terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Cidade das Letras


              A todo o momento, a ação do aprender se movimenta a relação com o mundo, o viver é um constante aprendizado, é necessário assumirmos como sujeito atuante e soltar a curiosidade, e pesquisar/questionar, pois a ação de duvidar é sinônima de que o sujeito não é uma tábua rasa que pode assumir o “comando” do seu conhecimento.


            O corpo, a linha do corpo pode ser interpretada pelos gestos, das diversas linguagens o que solidifica é a escrita, o que eu falo pode se perder, mas a partir de quando eu registro o solto se legitima. A língua escrita é composta pelos signos. Para a interpretação desses signos, o sujeito precisa passar pelo processo de alfabetização.
Escrita a ação que expressa os signos linguísticos
            A cidade faz parte do processo de alfabetização, esta composta com “outdoors”, nomes de ruas, estabelecimentos, instituições, propagandas, mas o excesso pode trazer a aberração do consumismo. O sujeito que não toma o comando pode não se aprofundar na cidade, passar por ela e não incorporar as letras da cidade.
            Não existe interpretação errada, pode sim existir equivoco de interpretação, e o conflito saudável de interpretação pode trazer esclarecimento além de novos conhecimentos.
A interpretação pertence a cada sujeito que a exerce, é importante o reconhecimento e respeito da visão de mundo do outro. A língua como algo novo, se transforma a todo o momento.

Inspiração:  “Alfabetizações Cotidianas: as letras da cidade e a cidade das letras” – João Wanderley Geraldi


VaN

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